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O Fantástico submundo gospel... Áudio gravado de discussão da Cantora Daniela Araújo...
É o que deve acontecer com muitos "ídolos gospel".

Esta notícia eu peguei do site Gospel +:
https://noticias.gospelmais.com.br/audio-discussao-vicio-drogas-daniela-araujo-91892.html

Confira abaixo:

Um áudio com uma discussão intensa em que supostamente a cantora Daniela Araújo discute com o namorado, Victor Romanini, por causa do uso de drogas está percorrendo as redes sociais e gerando enorme rebuliço.

O áudio, publicado por Romanini na última segunda-feira, 07 de agosto, às 19h29 em sua página no Facebook, mostra uma discussão entre ele, um rapaz chamado Felipe e uma mulher. A voz feminina, atribuída a Daniela Araújo, é bastante parecida com a da cantora.

Furiosa, Daniela Araújo profere palavrões e outros termos depreciativos para criticar a atitude do Romanini, que pelo que se compreende da discussão, teria surpreendido o repasse de drogas de Felipe para a cantora. “Você ameaçou ele de polícia, seu babaca!”, berra a mulher durante a discussão.

A discussão progride e Romanini tenta dialogar com Felipe, dizendo que não poderia fechar os olhos para a situação, pois drogas não fazem bem, e o rapaz, contrariado, diz que não vai poder se manter “amigo da Dani” numa circunstância como aquela.

Em outro momento da discussão, Daniela Araujo pede perdão a Felipe pela situação, insiste que ele entre em seu carro para que possam resolver o problema longe de Romanini, mas o rapaz pede a ela para ter calma, enquanto ela se refere ao namorado como “criança”.

Victor Romanini insiste na discussão afirmando que é evangélico, que o “vício é pecado” e diante das provocações de Daniela, pondera que “se eu denunciar, você sabe o problema que isso vai dar”, ao passo que a cantora responde: “Denuncia! Seu filho da p… Vamos ver onde você vai chegar com isso, eu não tenho medo de você, não, seu fraco, babaca. Eu estou com medo de você, não quero ver você na minha frente”.

Enquanto Felipe tenta arrefecer os ânimos, Romanini se dirige a Daniela e diz: “Eu tirei droga da sua mão. Eu quero seu bem”. Nesse ponto, até o suposto traficante, Felipe, diz: “A intenção dele é boa”.

Descontrolada, Daniela pede que Felipe reviste Romanini e diz: “Eu quero que você morra”. Depois da discussão, Victor Romanini usou as redes sociais para expor a situação ao público e destacou que sua atitude foi tomada por não se conformar que o dinheiro dos cachês da cantora, oriundo dos dízimos, não poderiam ser gastos com drogas impunemente.

“O dinheiro dos dízimos e das ofertas não podem ir para droga, e ainda mais pra quem está fazendo isso sobre o púlpito”, escreveu Romanini. “Hoje faço isso para que ela tome consciência dos atos… posso até estragar uma coisa linda que muitos admiram, inclusive eu, porém eu prefiro uma Daniela fora do palco do que uma na vida das drogas”, justfica-se.

Pelo relato de Victor Romanini, ele teria saído de Milão, na Itália, para viver com Daniela Araújo no Rio de Janeiro. A cantora, divorciada do também cantor Leonardo Gonçalves, o teria conhecido durante viagens à Europa.

“Pelos meus erros – que foi estar morando com ela – peço perdão. Não só a pastores, mas a todos vocês que ouvem suas músicas… Me julguem, critiquem, mas ninguém nunca saberá como foram as coisas… Hoje as coisas mudam… se houver sinceridade, então aí sim vai começar uma mudança”, encerrou o rapaz.

Ouça a discussão (o áudio contém palavrões e gritaria):

 

MAIS UM ÁUDIO QUE SAIU AGORA:

Que coisa triste...

Fonte:https://noticias.gospelmais.com.br/audio-discussao-vicio-drogas-daniela-araujo-91892.html

Leia mais: Áudio atribuído a Daniela Araújo mostra estrela gospel pedindo drogas

Cantora gospel Daniela Araújo sai do Facebook após áudio sobre drogas atribuído a ela

Judeus esperam que seja um cumprimento profético que apressará a vinda do Messias

Pela primeira vez em 2.000 anos, um grupo de sacerdotes da ordem sacerdotal judaica que vivem em Jerusalém está sendo preparado para entrar no Santo dos Santos, local de acesso restrito a eles, segundo o Antigo Testamento.

Como não se sabe sua localização exata, muitos rabinos proíbem os judeus de subirem ao Monte do Templo, temendo desobedecer a Torá. Contudo, a organização de “resposta rápida de desastres” em Israel, ZAKA, anunciou a decisão de mudar sua política após os recentes conflitos no local, que deixaram vários mortos.

No dia 14 de julho, um terrorista palestino atacou policiais no Monte do Templo e matou dois, sendo abatido imediatamente. A presença de três cadáveres é considerada uma “impureza ritual” no local mais sagrado do judaísmo.

 

Mas essa tragédia serviu para alertar as autoridades religiosas que um plano de resgate especial precisava ser feito. “Quando o povo judeu não está andando com rapidez, Deus permite algo para forçar isso”, disse Yaakov Hayman, um conhecido ativista pela construção do Terceiro Templo. “Não estávamos nos preparando para isso, então aconteceu algo que nos obrigou a lidar com essa possibilidade”.

A “nova situação”, explica ele, fez com que fosse retomado o treinamento dos Kohanimdescendentes diretos do sumo-sacerdote Arão. Há cerca de dois mil anos isso não acontecia.

Inicialmente, o propósito deles não será oferecer sacrifícios ou interceder pelo povo judeu, mas recuperar corpos, caso surja essa necessidade. O Instituto do Templo vem treinando sacerdotes, mas nenhum com essa tarefa específica.

O Conselho, liderado pelo rabino Avigdor Nebenzahl, decidiu que existe uma ‘obrigação religiosa’ de remover-se cada corpo morto do Monte do Templo: judeus, gentios e até mesmo terroristas. Mas em determinadas situações, apenas os Kohanim poderiam fazer esse trabalho.

O fato é que o contato com cadáveres os tornaria ritualmente impuros, mas a decisão do conselho dos rabinos é que eles não podem permitir que todo o local fique “contaminado”.

“O treinamento exigirá um entendimento de leis da Torá que nosso povo não usa há milhares de anos, diferentemente da maioria das leis que seguimos uma vez por ano, mensalmente ou até diariamente”, explicou o presidente da ZAKA, Yehuda Meshi-Zahav.

Após um encontro do Conselho Rabino do ZAKA, foi anunciado que “O Har HaBayit [Monte do Templo] é nosso lugar mais sagrado e há uma exigência de que todos os objetos ritualmente impuros sejam removidos o mais rápido possível”.

Obviamente, a decisão trouxe esperança que isso tenha consequências proféticas. “É claro, esperamos que ao dar ao Monte do Templo o devido respeito que ele merece, apressaremos o Messias. Queremos que a redenção venha o mais rápido possível”, explica Meshi-Zahav.

“Certamente, há algo interessante acontecendo aqui”, disse o rabino Ari Kahn, membro do Conselho e um dos principais líderes religiosos do assentamento Giv’at Ze’ev. Ele destaca que é impressionante assistir aos rabinos tomando decisões que não são feitas há centenas e centenas de anos.

A seleção dos primeiros Kohanim preparados para a tarefa já começou. Eles receberão treinamento religioso, mas também de primeiros-socorros. Os membros dessa equipe de devem ser “pessoas religiosas, tementes a Deus e conhecedoras da lei judaica”, segundo o Conselho.

Esperando pelo Leão de Judá

Falando ao Israel Breaking News, Yaakov Hayman lembra que, segundo a tradição, a situação que eles vivem hoje em relação ao Templo foi profetizada em Miquéias 3:12 e o povo judeu deveria lembrar que existem outras profecias sobre o local que ainda não se cumpriram.

Para ele, a mensagem das profecias é que se o povo judeu não tomar o controle do Templo para fins sagrados, outras nações iriam profana-lo.

“É como um leão sendo incomodado por moscas. De vez em quando, ele abana a cauda, mas não faz muito mais que isso. Então ele ruge e isso muda o quadro todo”, explica o ativista.

“Estamos apenas esperando o rugido do leão de Judá, que causará o movimento que colocará tudo debaixo de seus pés e indicar que a redenção chegou aqui”. Portanto, esse seria um dos últimos sinais que antecedem a edificação do Terceiro Templo.

O anúncio ocorre numa época do ano significativa. Esta semana os judeus praticantes fazem lamentações pelo Tisha B’Av, data que, segundo a tradição, foram destruídos os dois primeiros templos: pelas mãos dos babilônicos no ano 586 a. C. e a destruição feitas pelos romanos no ano 70 d.C.

A parada gay de São Paulo, que aconteceu num domingo (18/07/17) atraiu milhões de pessoas em defesa da agenda LGBT, como ocorre há mais de 20 anos.

Um dos maiores eventos do tipo no mundo, a Parada teve como tema a laicidade do Estado, enfatizando que a população LGBT não quer deputados religiosos aprovando leis conservadoras. A organizadora Claudia Regina afirmou à imprensa: “Nossos principais inimigos hoje são os fundamentalistas religiosos.”

O pastor foi José Barbosa Júnior, que se identifica como batista, fez um breve discurso na abertura da Parada, afirmando representar o movimento “Jesus cura a homofobia”. Ele pediu perdão à comunidade LGBT pelas “mazelas” que os evangélicos causaram durante anos.



“Eu quero dizer, para deixar bem claro aqui, que Malafaia, Feliciano e tantos outros não representam todos os evangélicos do Brasil. Os evangélicos amam, sim. A gente tá aqui para falar que toda forma de amor é abençoada por Deus”, enfatizou o líder religioso, que ostentava uma camiseta pedindo a união de todas as religiões, cujas letras eram das cores do arco-íris.

Ele também usava um adesivo “Amar sem Temer”, slogan de movimentos gays de esquerda que pedem a saída do presidente Michel Temer.

Ele defendeu ainda que “Vocês podem sim se divertir e se amar, porque Deus está com vocês. Barbosa Júnior bancada evangélica é uma vergonha para o Evangelho e para todas as igrejas”.

No final, ressaltou ainda defender “um Estado totalmente laico”.

Fonte: gospelprime

Minha Posição

Eu mesmo não conheço este "pastor"... Se Feliciano, Malafaia e outros não representam todos os evangélicos, muito menos este senhor aí representa.

Na verdade quem representa os evangélicos aqui? Cada denominação ou suas associações é quem as representam, os evangélicos são representados cada um por si mesmo, cada um com sua fé e forma de expressar. O certo é que a maior representação de um evangélico é daquele que segue fiel as escrituras, o que na verdade é o contrário. Nós evangélicos é que representamos algo aqui nesta terra... representamos o evangelho de Jesus Cristo e anunciamos as boas novas de salvação... enfim...

Pedir desculpas em nome dos evangélicos?!?!?!? Agora ele virou oi papa dos evangélicos, se já não bastassem os apóstolos, agora um se autodenomina o intermediador do povo evangélico e, pede desculpas por algo que eu (como "evangélico"), nunca cometi.

Deus não sei o que lá toda forma de amor é "abençoada"... "toda forma de amor é abençoada por Deus" -  A tá amor, ele está falando de amor... ele não tá falando de sodomia, homossexualismo, pedofilia, estupro, fetiches, adultérios, sado-masoquismo, bestialidade, fornicação, masturbação, etc.

Ele fala de amor... a não ser que tudo isso para esse "pastor" seja amor.

Se quer amar filhote? Fale a verdade, pregue a verdade... pregue a palavra... O que aconteceu a Sodoma e Gomorra ? De onde vem o nome sodomizar ?

Não vamos nem entrar na teologia, porque o objetivo aqui e até mesmo do site não é teologizar e sim simplificar a verdade, verdade esta que é Jesus.

Deus é amor, e até mesmo na lei que mandava os homens amarem, este amor não foi capaz de salvar o homem do salário do pecado que é a morte. O único amor que foi capaz de nos salvar foi o próprio amor de Deus, manifestado em seu filho Jesus Cristo que deu a vida por nós, para que obtivéssemos vida, salvação.

Que amor é este "pastor" José Barbosa Júior? O Senhor peca quando faz tal afirmação e nos entristece por falar coisas do espírito do anti-cristo.

"Nem todos que dizem  Senhor, Senhor entrarão no Reino de Deus".

Minha singela opinião. 

Teologia inclusiva existe na periferia do movimento LGBT e, de tempos em tempos – na maioria das vezes, às vésperas de uma Parada Gay – a mídia joga holofotes sobre figuras que se apresentam como lideranças religiosas revolucionárias. E esse é o caso de Alexander Salvador, 36 anos, visto como “a primeira pastora trans” da América Latina.

Salvador, que prefere ser tratado como Alexya, cresceu em uma família católica e chegou a frequentar o seminário para ser padre. No meio dos estudos, desistiu da ideia do sacerdócio por saber que tinha atração por homens.

“Quando terminei o curso de Filosofia saí do seminário, entendi lá não era o lugar para mim. Eu tinha dentro de mim esse peso de Deus me condenar. Não queria ser um padre e causar mais um escândalo para a igreja”, afirmou, em entrevista ao portal Vice.

Convencido de que não seria um heterossexual, procurou os pais para dizer que tinha conflitos quanto à sua sexualidade: “Meu pai foi logo dizendo: ‘Se você for viado eu até aceito, mas se eu vir você vestida de mulher, eu te mato’. Na hora tive que pensar rápido e vi que seria uma porta aberta me aceitar como um homem gay”, contou.

Comunidade

Em 2009, conheceu Roberto Salvador, homossexual, e iniciou um relacionamento que dois anos depois foi oficializado na Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM), adepta da teologia inclusiva, que realiza cerimônias de uniões homossexuais.

Em 2012, depois de conviver um ano com outros frequentadores da ICM, como travestis e drag queens, ensaiou sua mudança de identidade usando apetrechos e roupas femininas. Esse foi, no entanto, o primeiro passo para a transformação completa da aparência. “Tive medo de perder meu marido se me assumisse mulher”, disse.

O medo de perder o companheiro veio porque Alexya se vê como mulher, e o marido sendo homossexual, poderia rejeita-lo: “Ele tinha tudo para falar que era gay e me largar, mas ele falou que me ama independentemente do que ele está vendo”.

A frequência na ICM, aliada ao histórico prévio de estudo religioso no seminário, rendeu um convite para ser “diaconisa” na denominação. Passou a mesclar suas atividades clericais com o trabalho diário, que consiste em dar aulas de português e inglês em dois colégios, cuidar dos filhos adotivos e do companheiro, além de costurar como forma de aumentar a renda.

Heresias

O cargo de diaconisa foi motivo para se matricular em um curso de teologia, o que permitirá sua ordenação ao pastorado até o final deste ano. Assim, sente-se à vontade para divagar sobre as heresias pregadas na teologia inclusiva: “Jesus Cristo foi o primeiro homem trans”, afirmou na entrevista, e também em um vídeo que circula nas redes sociais.

+ Pastor gay afirma que “Deus é transgênero” em protesto da comunidade LGBT

“Nós aprendemos desde o Gênesis que existe a Santa Trindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Deus, portanto, mandou seu filho para a terra. Jesus, o filho, tinha o gênero divino, correto? Então, quando ele desceu para a terra ele passou a ter o gênero humano. Então, se Jesus pode se transicionar, por que eu não posso?”, questionou.

As ideias, heterodoxas e conflitantes com a própria Bíblia, mostram uma disposição para a interpretação livre e compromissada apenas com a aceitação de seu público: “Esse Deus que fica 24 horas no trono, o Todo Poderoso, que você esbarra em algo e ele te condena — a gente não faz essa leitura, a gente acha que Deus é mãe, é amor”, sublinhou.

Questionado se a homossexualidade e a ideologia de gênero não seriam ofensas a Deus, como o cristianismo e as demais religiões monoteístas têm pregado há milênios, Alexya Salvador desconversa valendo-se do relativismo: “Pecado é o que faz mal para você e outra pessoa”.

Na sequência, falando sobre como é seu cotidiano nas ruas devido à sua aparência, admite que causa ódio nas pessoas. A própria afirmação se encaixaria em sua definição de pecado.

“Eu recebo inbox o tempo todo de pessoas perguntando se eu faço programa. Se eu e o meu marido topamos fazer sexo a três. A sociedade me odeia e me sexualiza ao mesmo tempo. Quando encontro uma mulher cis na rua ela elogia meu trabalho, mas quando é homem cis é outra coisa. Logo ele olha pro meu peito, me elogia de outra forma, encara minha bunda e provavelmente se pergunta o que eu tenho no meio das pernas”, afirmou, antes de se valer da sinceridade: “Eu, mulher transgênera gero uma relação de amor e ódio nas pessoas, sentimentos que andam grudadinhos”, disse.

No vídeo que percorreu todas as redes sociais recentemente, Alexya afirmou que “Deus é travesti”, e a declaração parece ser parte dos valores de sua igreja: “Na ICM a gente ousa dizer que Deus é mulher. Porque essa parte masculina de Deus é muito feia”, finalizou.

VEJA O VIDEO:

 

Um tanque de batismos judaicos foi encontrado nas ruínas da fortaleza de Maquero e os arqueólogos acreditam que esse foi o local onde João Batista foi decapitado.

Maquero foi construída em uma colina, por um vassalo do rei Herodes em um território pertencente à Jordânia atualmente, a 24 KM ao sudeste da foz do rio Jordão, à beira da costa leste do Mar Morto. Os tanques dos rituais judaicos Mikvá teriam sido usados pela família real do rei romano.

De acordo com informações do portal israelense Haaretz, esse é o maior tanque do tipo já encontrado, com doze degraus e uma piscina secundária que reservava água para o tanque principal, em caso de esvaziamento.

Os arqueólogos observaram ainda que a arquitetura desse tanque se parece muito com outro Mikvá descoberto em Qumran, na outra margem do Mar Morto, num território pertencente a Israel. Até então, esse tanque era considerado único.

Oculto

Esse novo tanque não havia sido descoberto até agora por ter sido construído três metros abaixo do pátio real da fortaleza. Com o passar de dois milênios, camadas de areia e poeira o soterraram, entrando pelo teto de pedra em formato de cúpula.

Maquero foi alvo de uma investigação arqueológica pela primeira vez há quase 50 anos, quando em 1968 a Missão Batista Arqueológica, comandanda por E. Jerry Vardamann, visitou o local e fez os primeiros registros. Na nova escavação, os arqueólogos foram mais a fundo, e descobriram que as dimensões da fortaleza eram maiores do que se imaginava até então.

Além do tanque, uma enorme cisterna subterrânea foi localizada, com 18 metros de profundidade. Acredita-se que ela era usada para armazenar a água usada para irrigar os jardins e alguns banheiros construídos no estilo romano. Moedas hasmoneanas e romanas, e 47 fragmentos de cerâmica quebrados inscritos com letras aramaicas também foram achados.

Salomé

O local pode ter sido o cenário da execução de João Batista, mas também pode ter sido palco de uma apresentação de dança de Salomé para Herodes Antipas, que estaria embriagado e, empolgado, ofereceu a ela a garantia de que concretizaria qualquer desejo seu.

A mãe de Salomé, Herodias, é descrita como uma mulher que odiava João Batista, e sabendo que a filha poderia conseguir o que bem entendesse, convenceu a filha a pedir a cabeça do profeta em uma bandeja.

A oferta de recompensa feita por Herodes custou caro, e ele não poderia voltar atrás, como diz a passagem de Marcos 6:26-28: “O rei entristeceu-se muito; todavia, por causa do juramento e dos que estavam com ele à mesa, não a quis negar. E, enviando logo o rei o executor, mandou que lhe trouxessem ali a cabeça de João. E ele foi, e degolou-o na prisão; E trouxe a cabeça num prato, e deu-a à menina, e a menina a deu a sua mãe”.

 Agência Divina

Alguns fatos importantes que você precisa saber sobre este mundo tenebroso.
O conhecimento destes fatos não mudará o mundo, mas o alertará para a verdade!
"E conhecereis a Verdade e a Verdade o libertarás"

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